O Conselho Federal de Medicina (CFM) proibiu o uso do PMMA (polimetilmetacrilato) como substância preenchedora em procedimentos estéticos e reparadores em todo o país. A medida passa a valer nos próximos dias e foi adotada após novos registros de complicações graves associadas à aplicação do produto.
Segundo o CFM, a única exceção será para o tratamento de lipodistrofia em pacientes com HIV/AIDS, desde que o procedimento seja realizado em unidades de alta complexidade credenciadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão busca aumentar a segurança dos pacientes e reduzir os riscos relacionados ao uso da substância.
A proibição ganhou força após a morte de uma mulher de 48 anos em São Paulo, que passou mal após realizar um procedimento estético com aplicação de PMMA nos glúteos e na parte posterior das coxas. O caso chamou atenção para os riscos do produto e reforçou o debate sobre a segurança de procedimentos estéticos realizados no país.
Matéria desenvolvida pela VNT Notícias
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