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A morte de Bernardo Augusto Rocha, de 11 anos, após ser atingido por uma bolada na cabeça em uma escola de Bertioga (SP), acendeu um alerta sobre os riscos de traumas cranianos. Especialistas explicam que, embora raros, alguns casos podem evoluir com sangramento interno e colocar a vida da vítima em risco.
Médicos orientam que, após uma pancada na cabeça, a criança permaneça em observação por pelo menos 24 horas. Sintomas como sonolência, vômitos, dor de cabeça intensa, confusão mental ou perda de consciência exigem atendimento médico imediato.