Veja o que disse a equipe presa após morte de jovem em salto de rope jumping

A morte da estudante Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jumping em Cordeirópolis, no interior de São Paulo, voltou a ganhar repercussão nacional após reportagem exibida pelo programa Fantástico. O caso aconteceu quando a jovem foi lançada de uma ponte sem estar conectada à corda de segurança, resultando em uma queda fatal.


Trechos dos depoimentos dos funcionários presos revelam falhas na organização da equipe responsável pela atividade. Um dos instrutores, Luis Felipe Feliciano Egoroff, afirmou à Polícia Civil que não havia uma divisão fixa de funções durante os saltos e que a conferência dos equipamentos era realizada de forma compartilhada.

Ao ser questionado sobre quem deveria ter instalado ou fiscalizado o equipamento de segurança utilizado por Maria Eduarda, ele disse não se lembrar. Outro instrutor preso, Maicon Fernandes Cintra, também declarou participar das verificações, mas afirmou não recordar se realizou a checagem antes do salto da estudante.


A Polícia Civil investiga o caso como homicídio com dolo eventual, quando há a assunção do risco de provocar a morte. As investigações continuam para identificar as responsabilidades de cada envolvido e esclarecer como a falha ocorreu em uma atividade que exige rígidos protocolos de segurança.
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