Em sessão no STF, André Mendonça e Flávio Dino protagonizaram choque de visões que resume a polarização brasileira.
Mendonça defendeu que manifestações populares duras devem ser protegidas como livre expressão. Dino rebateu: ofensas sistemáticas a instituições não podem ser tratadas como “opinião”.
Críticos dizem que relativizar ataques valida barbárie verbal e transforma tribunal em palanque digital.
Defensores afirmam que proteger o cidadão comum barra arbítrio do Estado e garante que autoridades não fiquem imunes à indignação popular.
Seja como ginástica retórica ou defesa da liberdade, o embate já está nas ruas e promete marcar as eleições de 2026.